


O "eterno" Quim Barreiros pôs milhares de pessoas a dançar na abertura da quarta noite da Queima 2006.
Um lugar para brincar com palavras e ideias. Para partilhar. Para nunca esquecermos quem somos. O que sentimos. Para minimizar a mágoa de não podermos estar em vários sítios ao mesmo tempo. A corrida apressada da vida. A impossiblidade de ver tudo o que existe. A saudade já.
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